Estar cansado
E esperar por um corpo
Chamado árvore
Desse gigante Adamastor
Que passeia em
Seu alarde
Estar cansado e desesperar
Pelo fim de tarde
Desse amor à beira-mar
Da cavaqueira inútil
E desbravada
Do mundo raiz
Do pensamento
Estar cansado
E desesperar
Plo romance que nunca vem
Por ti barco sem
Nome tristeza de ninguém
Por ti Alhambra da alma
Em cujo desassossego teimo
Não adormecer.
- autor desconhecido -
O POESIS afirma-se como um Projecto Cultural Total. Um Espaço aberto, desinibido de barreiras disciplinares, visando a promoção de projectos culturais inovadores. Espaço holístico, poético de reconcialiação humana e visão cósmica. POESIA_ ARTE_CIÊNCIA_ESPIRITUALIDADE
segunda-feira, maio 11, 2009
sábado, maio 09, 2009
terça-feira, maio 05, 2009
sexta-feira, maio 01, 2009
CONDECORAÇÃO A FERNANDO PEIXOTO
No Dia 25 de Abril, pelas 10.30, no Pavilhão Municipal, junto ao Parque da Lavandeira em Vila Nova de Gaia, Fernando Peixoto foi condecorado a título póstumo com a medalha de Mérito Municipal Classe Ouro,por militância cívica.
No Dia 25 de Abril, pelas 10.30, no Pavilhão Municipal, junto ao Parque da Lavandeira em Vila Nova de Gaia, Fernando Peixoto foi condecorado a título póstumo com a medalha de Mérito Municipal Classe Ouro,por militância cívica.
Nunca será de mais a quem tanto engenho pôs no mundo!
" Uma terceira opção que poderíamos situar na passagem do Modernismo para o Pós-Modernismo diria respeito à substituição de um espírito de vanguarda por um sentido totalmente diferente, o do revivalismo. Daí as citações, o intencional regresso às formas historicamente definidas, o ecletismo, a convocação de estilos políticamente diversificados e entrosados que hão-de permitir que se fale de um novo-romantismo - apesar de, paradoxalmente, estar o Romantismo na génese da modernidade -, de novo-simbolismo, de novo-expressionismo, de novo-surrealismo abjeccionista, etc., para não falarmos antes de uma figura que poderá ser comum a todas estas formas de revival e que é precisamente a da paródia ou da ironia"
Fernando Guimarães, in " A Poesia Contemporânea Portuguesa e o Fim da Modernidade"
Fernando Guimarães, in " A Poesia Contemporânea Portuguesa e o Fim da Modernidade"
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